quarta-feira, 18 de novembro de 2009
Revisão IV Unidade 8° Ano
O estudo da constituição de 1824 é importante por ser a primeira Constituição do país e que organiza a composição do Estado Brasileiro. Sua principal característica é o chamado Poder Moderador. Lembrando que ela foi outorgada por D. Pedro I. Saiba mais clicando aqui.
2- O que reivindicava o movimento da Confederação do Equador?
Fim do tráfico negreiro e instalação de uma república democrática. Maiores informações sobre a Confederação do Equador clique aqui.
3- Como estava a política no período regencial? Quais as principais ideologias desses grupos políticos?
Restauradores, liberais moderados e liberais exaltados.
Restauradores, conhecidos como caramurus, defendiam o retorno de D. Pedro I para o Brasil e a centralização do poder político.
Liberais moderados, os chimangos, defendiam a monarquia constitucional e o governo centralizado.
Os liberais exaltados, farroupilhas, defendiam uma organização mais democrática da sociedade e do Estado e variavam entre uma monarquia descentralizada e a proclamação da República.
4- Qual a relação da regencia Una com o golpe da maioridade?
Logo após o fim da Regência Una, quando Diogo Antônio Feijó renuncia o governo por poblemas de saúde, as divergências entre os grupos políticos crescia e a antecipação da maioridade de D. Pedro passou a ser vista como uma solução interessante para ambos os lados, pois se acreditava que isso levaria ao fim da crise do governo. Assim, em 1840, com 14 anos, D. Pedro II é declarado maior de idade e assume o trono.
Mais informações sobre o Golpe da Maioridade aqui.
5- Sintetize :
a) Cabanagem: A Cabanagem (1835-1840) foi a revolta na qual negros, índios e mestiços se insurgiram contra a elite política e tomaram o poder no Pará (Brasil). Entre as causas da revolta encontram-se a extrema pobreza das populações ribeirinhas e a irrelevância política à qual a província foi relegada após a independência do Brasil.
De cunho popular, contou com a participação de elementos das camadas média e alta da região, entre os quais se destacam os nomes do padre João Batista Gonçalves Campos, do jornalista Vicente Ferreira Lavor Papagaio.
b) Revolta dos Malês: A chamada Revolta dos Malês (também conhecida como revolta dos escravos de Alá) registrou-se de 25 a 27 de Janeiro de 1835 na cidade de Salvador, capital da então Província da Bahia, no Brasil.
Consistiu numa sublevação de caráter racial, de escravos africanos das etnias hauçá e nagô, de religião islâmica, organizados em torno de propostas radicais para libertação dos demais escravos africanos. O termo "malê" deriva do iorubá "imale", designando o muçulmano. Foi rápida e duramente reprimida pelos poderes constituídos.
c) Farroupilha: Guerra dos Farrapos ou Revolução Farroupilha são os nomes pelos quais ficou conhecida a revolução ou guerra regional, de caráter republicano, contra o governo imperial do Brasil, na então província de São Pedro do Rio Grande do Sul, e que resultou na declaração de independência da província como estado republicano, dando origem à República Rio-Grandense. Durou de 1835 a 1845.
A revolução, que originalmente não tinha caráter separatista, influenciou movimentos que ocorreram em outras províncias brasileiras: irradiando influência para a Revolução Liberal que viria a ocorrer em São Paulo em 1842 e para a Revolta denominada Sabinada na Bahia em 1837, ambas de ideologia do Partido Liberal da época, moldado nas Lojas Maçônicas. Inspirou-se na recém-finda guerra de independência do Uruguai, mantendo conexões com a nova república do Rio da Prata, além de províncias independentes argentinas, como Corrientes e Santa Fé. Chegou a expandir-se à costa brasileira, em Laguna, com a proclamação da República Juliana e ao planalto catarinense de Lages. Teve como líderes: Bento Gonçalves, General Neto, Onofre Pires, Lucas de Oliveira, Vicente da Fontoura, Pedro Boticário, Davi Canabarro, Vicente Ferrer de Almeida, José Mariano de Mattos[5], além de receber inspiração ideológica de italianos carbonários refugiados, como o cientista Tito Lívio Zambeccari e o jornalista Luigi Rossetti, além de Giuseppe Garibaldi, que embora não pertencesse a carbonária, esteve envolvido em movimentos republicanos na Itália. A questão da abolição da escravatura também esteve envolvida, organizando-se exércitos contando com homens negros que aspiravam à liberdade
6- Quais as principais reivindicações da Revolução Praieira?
Exigiam maior autonomia às províncias, a extinção do Poder Moderador e a nacionalização do comércio, até então dominado pelos portugueses.
Maiores informações sobre a Revolução Praieira aqui.
7- Por que o parlamentarismo Brsaileiro era chamado "às avessas"?
No Parlamentarismo tradicional, o monarca tem um papel político reduzido e quem governa é o primeiro-ministro, escolhido pela maioria da Câmara eleita. No Brasil o Imperador era detendor de todos os poderes (devido ao Poder Moderador) o que descaracterizava a tendência parlamentarista. Ou seja, havia um Parlamentarismo "às avessas".
8- Como podemos explicar a transição do trabalho escravo para o assalariado nos cafezais brasileiros?
A crescente sociedade industrial precisa de mercado consumidor, logo a relação trabalhista deveria ser assalariada e não escravocata. Outro fator importante é que com o fim do tráfico negreiro o preço do escravo subiu muito o que tornou inviável este tipo de trabalho. Interessante observar que São Paulo, que logo percebeu esta situação e mudou o trabalho escravo para o assalariado com a migração européia, desenvolveu-se mais que o Rio de Janeiro que insistiu na mão-de-obra escrava.
9- Quais as consequencias da Guerra do Paraguai?
Para o Paraguai o massacre da população amplamente castigada durante a guerra com o assassinaato de 2/3 da população masculina adulta, o que influenciou de imediato a economia do país.
Para o brasil, o Exército saiu fortalecido e a monarquia enfraquecida já que os militares passaram a defender o abolicionismo e o republicanismo.
Maiores informações sobre Guerra do Paraguai clique aqui.
terça-feira, 2 de junho de 2009
MENSAGEM PARA TODAS AS TURMAS
E como as férias são bem melhores que a recuperação, seguem aqui no blog revisões para todas as turmas (do 6° ao 9° ano), para que o rendimento na prova seja o melhor possível. Mas só lembrando que quem não estudou durante os últimos meses, de nada adianta essa revisão. Outro lembrete importante é que o estudo único e exclusivo pela revisão não é nada produtivo porque não o leva ao entendimento do assunto. Vira decoreba se você não fez a leitura do capítulo, prestou atenção nas aulas, questionou e refletiu sobre.
Amanhã, quarta-feira, 03 de junho de 2009, disponibilizarei possíveis respostas às questões da revisão, pois como vocês perceberam durante o decorrer do ano, não existe a resposta certa. Outra coisa importante a ser lembrada, talvez a mais importante, é com relação à participação de vocês. O blog está disponível para comentários. Fique à vontade. Seja recompensado!
Bons estudos e uma boa prova!
Revisão de História II Unidade – 6 ° Ano
a) Sumérios:
b) Acádios:
c) Amoritas:
d) Assírios:
e) Caldeus:
2. Por que a Mesopotâmia é considerada o berço da civilização?
3. O que eram os Zigurates?
4. Como funcionava o trabalho na sociedade mesopotâmica?
5. Qual a importância do Rio Nilo para a antiga sociedade egípcia?
6. Como o povo egípcio fazia o controle das águas?
7. Como é dividida a vida política do Antigo Egito?
8. Quais os tipos de escrita da sociedade egípcia? Quais seus usos?
9. Quais os tipos de túmulos existentes no Egito Antigo? Para quem serviam?
Revisão de História II Unidade – 7 ° Ano
a) Humanismo: Valorização do ser humano, volta ao estudo dos pensadores da Antiguidade e a busca da verdade pela razão.
b) Classicismo: valorização da Antiguidade Clássica como padrão por excelência do sentido estético.
c) Hedonismo: (do grego hēdonē que significa prazer) é uma teoria ou doutrina filosófico-moral que afirma ser o prazer individual e imediato o supremo bem da vida humana.
d) Antropocentrismo: concepção que considera que a humanidade deve permanecer no centro do entendimento dos humanos, isto é, o universo deve ser avaliado de acordo com a sua relação com o homem. É normal se pensar na idéia de "o homem no centro das atenções".
e) Mecenato: é um termo que indica o incentivo e patrocínio de artistas e literatos, e mais amplamente, de atividades artísticas e culturais. O termo deriva do nome de Caio Mecenas (68 a.C. - 8 a.C.), um influente conselheiro de Otávio Augusto que formou um círculo de intelectuais e poetas, sustentando sua produção artística.
2. Cite alguns dos principais artistas renascentistas e qual o ramo da arte atuavam:
* Essa resposta tem no caderno de vocês
3. Quais as práticas do Clero que foram as principais causas da Reforma Protestante?
Despreparo intelectual (já que muitos eram até analfabetos), abuso de poder, isenção no pagamento de impostos, simonia e venda de indulgências.
4. Sobre a Reforma Protestante e a Contra Reforma, defina os seguintes conceitos:
a) 95 Teses: Documento considerado o marco da reforma protestante, impulsiou o debate teológico que acabou por resultar no nascimento das tradições luteranas e reformadas dentro do cristianismo.
b) Index: lista de publicações proibidas pela Igreja Católica, de "livros perniciosos" contendo ainda as regras da igreja relativamente a livros.
c) Indulgência: a teologia católica, é o perdão ao cristão das penas temporais devidas a Deus pelos pecados cometidos, mas já perdoados pelo sacramento da Confissão, na vida terrena
d) Concílio de Trento: realizado de 1545 a 1563, foi o 19º concílio ecuménico, é considerado um dos três concílios fundamentais na Igreja Católica.
e) Santo Ofício: foi um tribunal cristão utilizado para averiguar heresia, feitiçaria, bigamia, sodomia e apostasia
f) Simonia: é a venda de favores divinos, bençãos, cargos eclesiásticos, prosperidade material, bens espirituais, coisas sagradas, etc. em troca de dinheiro.
g) Luteranismo: Religião criada por Matinho Lutero na Alemanha.
h) Anglicanismo: Religião criada por Henrique VIII na Inglaterra.
i) Calvinismo: Religião criada por João Calvino na Suíça.
j) Celibato clerical: determinação da Igreja que proíbe os padres e os bispos de se casarem, devendo assumir uma vida de castidade.
k) Companhia de Jesus: ordem religiosa fundada em 1534 por um grupo de estudantes da Universidade de Paris, liderados por Inácio de Loyola, cujos membros são conhecidos como jesuítas.
5. Qual o contexto histórico que envolve o período das Grandes Navegações?
* Essa resposta tem no caderno de vocês
6. Quais os principais ganhos tecnológicos deste período?
* Essa resposta tem no caderno de vocês
7. Por que os europeus deixaram de comercializar pelo Mar Mediterrâneo e partiram para o oceano Atlântico?
Primeiro pelo impedimento causado pelos turco-otomanos que ocuparam a região inviabilizando o comércio e segundo, pelo interesse pelo desconhecido, sentimento este aguçado pelo processo de Renascimento Cultural.
8. Por que os países da Península Ibérica foram os pioneiros na navegação do Oceano Atlântico?
Pela sua posição estratégica e pelo grande conhecimento marítimo desses povos.
Revisão de História II Unidade – 8 ° Ano
A França passava por um período de crise financeira. Os votos eram atribuídos por ordem (1- clero, 2- nobreza, 3- Terceiro Estado) e não por cabeça. Havia grandes injustiças entre as antigas ordens e ficava sempre o Terceiro Estado prejudicado com a aprovação das leis. Os chamados Privilegiados estavam isentos de impostos, e apenas uma ordem sustentava o país, deixando obviamente a balança comercial negativa ante os elevados custos das sucessivas guerras, altos encargos públicos e os supérfluos gastos da corte do rei Luís XVI. A França ainda tinha grandes características feudais: 80% de sua economia era agrícola. Quando uma grande escassez de alimentos ocorreu devido a uma onda de frio na região, a população foi obrigada a mudar-se para as cidades e lá, nas fábricas, era constantemente explorada e a cada ano tornava-se mais miserável.
2. Cite os principais acontecimentos das seguintes fases da Revolução Francesa:
Assembléia Nacional:
Assembléia Constituinte:
Convenção:
Diretório:
* Essa questão tem no caderno de vocês.
2. Sobre a Revolução Francesa, Império Napoleônico e Congresso de Viena, conceitue:
a) Golpe do 18 Brumário: Foi o golpe de Estado que iniciou a ditadura napoleônica na França
b) Tomada da Bastilha: Marco do início da Revolução Francesa.
c) Antigo Regime: refere-se originalmente ao sistema social e político aristocrático estabelecido na França, sob as dinastias de Valois e Bourbon, entre os séculos XIV e XVIII.
d) Santa Aliança: uma das consequências imediatas do Congresso de Viena, foi um instrumento da restauração monarquica. Foi escolhido o nome de Santa Aliança para designar esse bloco militar que durou até as revoluções européias de 1848.
e) Jacobinos: defendiam mudanças mais radicais que os girondinos: eram contrários à Monarquia e queriam implantar uma República. Esse grupo era apoiado por um dos setores mais populares da França - os sans-cullotes - e, juntos, lutaram por outras mudanças sociais depois da revolução. Sentavam-se à esquerda do salão de reuniões.
f) Girondinos: eram um grupo político moderado, chefiado por Jacques-Pierre Brissot (1754-1793) durante a Revolução Francesa.
g) Planície: grupo de deputados sem opiniões muito firmes, que votavam na proposta que tinha mais chances de vencer. Eram chamados de planície ou pântano.
h) Waterloo: Combate que deu um fim definitivo à Era Napoleônica.
i) Bloqueio Continental: a proibição imposta por Napoleão Bonaparte que consistia em impedir o acesso a portos dos países então submetidos ao domínio do Império Francês a navios do Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda.
3. Identifique de qual processo de unificação o conceito abaixo relacionado pertence (italiana ou alemã) e dê seu significado:
a) Zollverein: ALEMÃ - aliança aduaneira que teve como meta a liberdade alfandegária para os 38 estados alemães, o que favoreceu a liberdade entre as suas fronteiras internas facilitando assim o maior comércio e uma maior estrutura para os processos industriais, excluindo a Áustria, que era rival da Prússia
b) Carbonários: ITALIANA - era uma sociedade secreta e revolucionária fundada na Itália por volta de 1810, tinha a ideologia assentada em princípios libertários e que se fazia notar por um marcado anticlericalismo.
c) Tratado de Frankfurt: ALEMÃ - Tratado assinado ao final da guerra Franco-prussiana que cedia os territórios da Alsácia-Lorena para a Alemanha.
d) Segundo Reich: ALEMÃ - Refere-se ao mesmo período histórico naquele país; os que a empregam consideram o Sacro Império Romano-Germânico (843-1806) como um primeiro império alemão. Era governado por Oto von Bismarck.
e) Questão Romana: ITALIANA - se refere à disputa territorial ocorrida entre o governo italiano e o papado durante os anos de 1861 a 1929, que culminou na criação do Vaticano, com o estabelecimento do Tratado de Latrão durante o governo de Benito Mussolini.
f) Risorgimento: ITALIANA - (Ressurgimento em português, mas a palavra significa «ressurreição», em italiano) é o movimento na história italiana que buscou entre 1815 e 1870 unificar o país, que era apenas uma coleção de pequenos Estados submetidos a potências estrangeiras.
4. Sobre Unificações Italiana e Alemã, complete o quadro abaixo:
------------------------- Italiana --------------- Alemã
Reino líder ------------- Sardo-Piemontês--------Prússia
Líder político----------- Oto von Bismarck-------Vítor Emanuel II
Ano de acontecimento ---- 1860-------------------1870
Nações inimigas --------- França e Áustria-------França e Áustria
Revisão de História II Unidade – 9 ° Ano
a) Tríplice Entente: Aliança militar que reuniu Alemanha, Império Austro-Húngaro e Itália.
b) Tríplice Aliança: Bloco formado por França, Grã-Bretanha e Rússia.
c) Tratado de Versalhes: Tratado de paz assinado pelas potências europeias que encerrou oficialmente a Primeira Guerra Mundial e provocou uma crise interna na Alemanha.
d) Liga das Nações: Organização internacional, onde as potências vencedoras da Primeira Guerra Mundial se reuniram para negociar um acordo de paz.
2. Sobre Revolução Russa, conceitue:
a) Domingo Sangrento: Incidente onde manifestantes pacíficos marcharam para apresentar uma petição ao czar Nicolau II e foram baleados pela Guarda Imperial.
b) Sovietes: surgiram em 1905 como órgãos da insurreição armada, concebidos pela criatividade revolucionária das massas populares, como expressão da criação do povo, como manifestação da iniciativa do povo.
c) Revolução de Fevereiro: Revolução Menchevique de 1917 inaugurou a primeira fase da Revolução Russa de 1917. Seu resultado imediato foi a abdicação do Czar Nicolau II. Ela ocorreu como resultado da insatisfação popular com a autocracia czarista e com a participação do país na Primeira Guerra Mundial. Ela levou a transferência de poder do Czar para um regime republicano e democrático, surgido da aliança entre liberais e socialistas que pretendiam conduzir reformas políticas.
d) Revolução de Outubro: Revolução Bolchevique ou Revolução Vermelha, foi a segunda fase da Revolução Russa de 1917. A Revolução de Outubro foi liderada por Vladimir Lenin e pelos bolcheviques, e se tornou a primeira revolução comunista marxista do Século XX.
e) NEP: política econômica seguida na União Soviética após o abandono do comunismo de guerra. Em linhas gerais, passou pela re-entrega das pequenas explorações agrícolas, industriais e comerciais à iniciativa privada, tentando assim desesperadamente fazer a nascente União Soviética sair da grave crise em que se achava mergulhada.
3. Sobre o Período Entreguerras, conceitue:
a) Totalitarismo: é um regime político baseado na extensão do poder do Estado a todos os níveis e aspectos da sociedade ("Estado Total", "Estado Máximo").
b) Nazismo: O termo Nazismo designa a política da ditadura que governou a Alemanha de 1933 a 1945, o Terceiro Reich. O nazismo é freqüentemente associado ao fascismo, embora os nazistas dissessem praticar uma forma nacionalista e totalitária de socialismo (oposta ao socialismo internacional e totalitário). O nazismo também é anticapitalista, antiliberal e racista.
c) Fascismo: é uma doutrina totalitária desenvolvida por Benito Mussolini na Itália, a partir de 1919 e durante seu governo (1922–1943 e 1943–1945).
d) Crash de 1929: depressão econômica que teve início em 1929, e que persistiu ao longo da década de 1930, terminando apenas com a Segunda Guerra Mundial. A Grande Depressão é considerada o pior e o mais longo período de recessão econômica do século XX.
e) New Deal: nome dado à série de programas implementados nos Estados Unidos entre 1933 e 1937, sob o governo do Presidente Franklin Delano Roosevelt, com o objetivo de recuperar e reformar a economia norte-americana, e assistir aos prejudicados pela Grande Depressão
f) Salazarismo: nome do regime político autoritário e corporativista de Estado que vigorou em Portugal durante 41 anos sem interrupção, desde 1933, com a aprovação de uma nova Constituição, até 1974, quando foi derrubado pela Revolução do 25 de Abril
g) Franquismo: é um regime político aplicado na Espanha entre 1939 e 1976, durante a ditadura do general Francisco Franco (que morreu em 1975).
4. Sobre a Segunda Guerra Mundial, conceitue:
a) Política de Apaziguamento: A politica de apaziguamento consistiu na atitude da Inglaterra e da França que para evitarem a guerra a todo o custo foram cedendo aos avanços da Alemanha, da Itália e do Japão
b) Dia D: o dia em que a Batalha da Normandia começou - iniciando a libertação do continente Europeu da ocupação Nazista durante a Segunda Guerra Mundial.
c) Blitzkrieg: (termo alemão para guerra-relâmpago) foi uma doutrina militar a nível operacional que consistia em utilizar forças móveis em ataques rápidos e de surpresa, com o intuito de evitar que as forças inimigas tivessem tempo de organizar a defesa.
d) Luftwafe: o termo geralmente usado para designar a força aérea alemã desde sua criação e ainda usado após a Segunda Guerra Mundial.
e) Eixo: aliança liderada pela Alemanha nazista em conjunto com Itália, e o Império do Japão na Segunda Guerra Mundial.
f) Aliados:Os países participantes da Tríplice Entente na Primeira Guerra Mundial foram depois basicamente os mesmos Aliados da Segunda Guerra Mundial, inicialmente liderados pela França e pelo Reino Unido. Em 1941, os E.U.A entram na guerra como Aliado, após o ataque japonês a Pearl Harbor, e fizeram um acordo com Getúlio Vargas para enviar o Brasil para a batalha em troca da industrialização do país
g) Anti-semitismo: O termo designa o comportamento depreciativo com relação ao povo judeu em geral, independentemente da religião.
h) Hiroshima e Nagasaki: Cidades japonesas que sofreram ataques nucleares no final da Segunda Guerra Mundial contra o realizados pela Força Aérea dos EUA.
i) Guerra fria: a designação atribuída ao período histórico de disputas estratégicas e conflitos indiretos entre os Estados Unidos e a União Soviética, compreendendo o período entre o final da Segunda Guerra Mundial (1945) e a extinção da União Soviética (1991).
segunda-feira, 2 de março de 2009
8° Ano - A moda feminina em mais de 500 anos no Brasil
O calor beirava os 40 graus. As ruas eram ‘‘pavimentadas’’ com lama e pedregulho. De um lado, as índias passeavam com suas ‘‘vergonhas’’ à mostra. Do outro, senhoras de fino trato desfilavam com seus pesadíssimos e acalorados vestidos europeus. Isso foi há muito tempo, 500 anos atrás, quando o Brasil, recém-descoberto, descobria também a moda.
A história do vestuário nacional confunde-se com a própria memória da vida privada do país. Afinal, as roupas fazem parte dos costumes e da cultura, e o estilo é o reflexo de uma época. (…)
O passeio pela história da moda no país revela aspectos interessantes sobre o cotidiano desde a colônia até os dias de hoje. Enquanto algumas peças parecem incrivelmente atuais, outras indicam hábitos comuns durante épocas, mas que atualmente provocam estranheza. Por exemplo: na segunda metade do século 17, as mulheres colavam no rosto pedaços de tecido embolados para que parecessem… verrugas! Mas, como tudo na moda é reciclado, também há trajes históricos que continuam em voga. O estilo hippie dos anos 60, os twin-sets da década de 70 e até mesmo alguns vestidos do século 16 podem ser visto até hoje nas vitrines.
De 1500 a 1550
A Europa ditava a moda da colônia portuguesa recém-descoberta. Mesmo sob o forte calor tropical, as mulheres usavam pesados vestidos de veludo, ao estilo da corte de Henrique VII. Seda, tafetá e brocados também faziam parte do vestuário, pois indicavam poder econômico. Os decotes eram generosos: o formato quadrado e o apertado espartilho garantiam — não sem sofrimento — o destaque dos seios e a cinturinha fina.
De 1551 a 1600
O estilo elizabetano levou para o vestuário o rococó da corte inglesa. Muitos bordados, laços, enfeites de ouro, pedras encrustradas. As saias eram largas, recheadas por várias armações, e as mangas, fofinhas. Preto, vinho e vermelho eram as cores da moda, sempre incrementadas por detalhes dourados. Outra tendência lançada por Elizabeth I foi o vermelho-fogo nos cabelos, que também recebiam perucas longas e encaracoladas.
De 1601 a 1650
As brasileiras passaram a se vestir como as princesas das famílias reais européias. Vestidos tinham meia cauda e eram confeccionados em cetim bordado a ouro. O corpete continuava sufocando os troncos femininos, destacados pelo decote quadrado. Alguns vestidos tinham armações de arame no lugar da gola. Um estilo imponente, influenciado pela moda de Luís XII.
De 1651 a 1700
Os vestidos ficaram mais curtos na frente e com cintura melhor definida. A grande novidade eram os adereços para os cabelos, umas estranhas armações que deixavam a cabeleira volumosa.
De 1701 a 1750
Nesta época, as roupas estiveram mais femininas do que nunca. Além dos seios e da cintura, os quadris eram destacados com uma armação chamada de ‘‘anquinha’’. Meias e luvas brancas faziam parte do vestuário, que incluía também arranjos dourados para o cabelo.
De 1751 a 1800
A moda fica mais discreta. Os excessos das décadas anteriores vão sendo eliminados pouco a pouco. Vestidos menos rodados, mangas menos fofas, fim da ‘‘anquinha’’, calçados com salto baixo. Os penteados imensos diminuem, assim como o volume e a altura das perucas.
De 1801 a 1850
Pouco se muda na história do vestuário. As roupas e sapatos continuam nos mesmos padrões do século anterior, mas dois elementos são agregados ao guarda-roupa: peles de animais e os sensuais xales, que ‘‘fingiam’’ cobrir decotes generosos.
De 1851 a 1900
No Brasil do Império e da República, a moda não era mais britânica. Paris, sim, passara a ser a bola da vez. Nos navios que desembarcavam por aqui, chegavam tecidos, figurinos e revistas da França. Pela primeira vez, os modelitos estrangeiros são adaptados ao nosso clima. Em 1870, Bartholomeu Thimonnier inventa a máquina de costura. Uma década depois as tinturas artificiais são descobertas, colorindo os tecidos antes pálidos.
De 1901 a 1950
Depois da Primeira Guerra Mundial, o vestuário é totalmente reformulado. A moda continua sendo ditada pela França, mas surgem as primeiras confecções brasileiras, que adaptam modelos e tecidos. A carência de matéria-prima durante a guerra impulsionou a indústria têxtil, que começou a buscar soluções para substituir os tecidos importados. Como a mulher passa a fazer parte do mercado de trabalho, as roupas ficam mais práticas: aparecem os tailleurs, as saias ficam mais curtas e os costumes ganham cortes masculinos. No começo do século acontece o primeiro desfile de moda do Brasil, organizado pela Casa Canadá.
Décadas de 50 e 60
O pretinho básico ficou em primeiro lugar em uma pesquisa realizada na Grã-Bretanha. Com 76% dos votos, ele ficou em primeiro lugar na lista das dez roupas mais importantes da história da moda feminina. Essa peça insubstituível foi criada na década de 20 pela estilista Coco Chanel a mesma do perfume Chanel no 5. Antes disso, as jovens não podiam usar preto e eram raras as senhoras que vestiam a cor fora do luto.
O pretinho só se firmou como uma peça indispensável nos anos 60, com o figurino de Audrey Hepburn para o filme Bonequinha de luxo. (foto abaixo)
No final, a peça, com um decote canoa e cavas bem pronunciadas, acompanhava um elegante colar de pérolas, sapatos de salto e uma longa piteira na mão. De lá para cá, os tempos mudaram, a moda passou por diferentes fases, mas o querido pretinho básico continua com a bola toda... Sorte a nossa! Afinal, ele faz a mulher parecer mais magra e pequena se ela for grande. E mais imponente se ela for pequena. Quer peça mais democrática?A televisão e o cinema influenciam os jovens, que passam a usar blusões de couro, topetes, camisas coloridas, calças justas. Para as mulheres, vestidos bem rodados, casaquinhos e sapatilhas.
Década de 70
O estilo hippie domina a moda jovem, com batas indianas e calças boca-de-sino. Mas essa também é a época da discoteca, do brilho, do exagero. A meia arco-íris de lurex usada por Sônia Braga em Dancing Days vira febre entre as mulheres, que também aderem às sandálias plásticas. No final da década, o movimento punk ganha a Inglaterra e o mundo. Cabelos estilo moicano, muitas tachas, botas de cano alto e roupas pretas saem das ruas e já ocupam as vitrines.
Década de 80
O punk estilizado — aquele visual gótico — domina as boutiques jovens e divide a preferência com mangas-morcego, calça legging, crucifixos, pochetes, camisões, calças de couro… A moda é um verdadeiro pastiche. Madonna faz sucesso e dita tendências entre as garotas. As meias coloridas continuam no topo.
Década de 90
É o auge da androginia. Ternos, blazeres, calças retas fazem a brincadeira menino/menina. Surgem as supertops, modelos cotadíssimas que, com seus corpos esguios e muito magros, influenciam a estética.
O século 21
Por falta de imaginação, o início do século apresenta uma mistura geral. Peças clássicas, como o corpete, são reintegradas ao vestuário. Influências das décadas passadas, anos 70 e 80 totalmente revisitados. A moda nunca foi tão democrática quanto agora.
Referências bibliográficas
*http://manequim.abril.uol.com.br/moda/historia-da-moda/historia_da_moda_282255.shtml
*http://mdemulher.abril.com.br/moda/blogs/com-que-roupa/66363_post.shtml
*http://profissaomoda.com.br/?acao=colunistas&subacao=ler&id=51
*http://www.fashionbubbles.com/tag/historia-da-moda-brasileira/